Golpe da pirâmide com moedas virtuais ganha força no Nordeste

A cada dia, lucro de 1%. Por mês, 30% a mais na conta. A promessa de um alto rendimento aliada a depoimentos com histórias de sucesso de quem já investiu, encanta e deixa passar desapercebida a possibilidade de se tratar de um golpe. Conforme a Polícia Civil, no Ceará, por exemplo, cerca de 500 pessoas já foram vítimas do esquema da pirâmide que comercializa moedas virtuais. Três plataformas digitais vêm sendo investigadas pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF). As empresas, supostamente, norte-americanas, são responsáveis pelo desvio de milhões de reais a partir da comercialização de duas pseudocriptomoedas, chamadas Bitcoin e Ethereum. O golpe, já amplamente conhecido em outros estados do Brasil, acontece no esquema de pirâmide.